“Sou um cara muito ligado a arte, a cultura. A vida não
é só sobrevivência. Eu nasci na
periferia, Paraisópolis, SP. A tentativa de me tirar do sério vem desde que eu
nasci, na escola, na rua, no trabalho... Eu não vou ofender, mas vou falar
sério e alto se for preciso, caso uma pessoa fale de Vitimismo ou racismo
inverso. Deslegitimar a luta étnico racial é ser racista, então a pessoa vai
ouvir a desconstrução, mas não sou tipo agressivo, pelo contrário. Eu vou me
divertir à beça. Sou alegre, o retrato da felicidade periférica”.

Nenhum comentário:
Postar um comentário